No dia 23 de Abril (Terça-feira) vai celebra-se o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor.

A data tem como objetivo reconhecer a importância e a utilidade dos livros, assim como incentivar hábitos de leitura na população.

Os livros são um importante meio de transmissão de cultura e informação e, ainda, elementos fundamentais no processo educativo.

Para comemorar este dia, o Plano Nacional de Leitura 2027 vai realizar uma grande marcha pela leitura, um momento festivo de celebração do livro, dos autores e dos leitores.

O desfile realiza-se em Lisboa, no dia 23 de abril, às 14h30, partindo da Praça Luís de Camões e seguindo pelo Chiado, com paragens para leituras em voz alta nas livrarias BD Mania, Bertrand, Férin e FNAC.

As bibliotecas públicas promovem inúmeras atividades para públicos variados e de natureza diversa, que pretendem celebrar o prazer da leitura e o respeito pelos livros e pelos seus autores. Procurando reunir essas atividades, a DGLAB - Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas criou um mapa que irá sendo atualizado.

Divulgamos também a mensagem de Audrey Azoulay, Diretora Geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor

Existe uma corelação entre educação e saúde. As oportunidades de aprendizagem ao longo da vida são fundamentais para uma melhor saúde e igualdade social.

A nossa saúde é muito mais do que sermos fisicamente capazes e estarmos sem doenças.

A Organização Mundial de Saúde define a saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas como a ausência de doença ou enfermidade.

Evidências e pesquisas estatísticas provam que existe uma forte ligação entre educação e saúde: pessoas com melhor educação vivem mais e têm vidas mais saudáveis.

No entanto, dada a amplitude da definição de saúde e a miríade de possibilidades de aprendizagem nas nossas sociedades, ainda não temos uma compreensão completa dessa ligação. Porque é que a educação é boa para a nossa saúde?

Literacia para a Saúde vai ser o tema principal do Encontro da Semana ALV 2019 que irá decorrer no dia 21 de outubro na Fundação Gulbenkian (ver http://www.semanaalv.net/content/semana-aprender-ao-longo-da-vida-2019)

Para alertar para a importância deste tema divulgamos um artigo publicado na ELM Magazine em que são apresentados pontos de vista de dois especialistas em educação: o Dr. Ricardo Sabates da Universidade de Cambridge descreve os benefícios de saúde da educação em geral e ao nível social, e o Professor Jyri Manninen da Universidade da Finlândia Oriental concentra-se nos benefícios da educação não-formal e não-profissional de adultos para a sua saúde.

A Associação O Direito de Aprender vai organizar em 2019 mais uma Semana Aprender ao Longo da Vida

Em breve iniciaremos a divulgação no site da Semana ALV e também neste site as nossas propostas para 2019

Mas pode desde já tomar nota na sua agenda as seguintes datas:

- A Semana ALV 2019 irá decorrer de 21 a 25 de outubro

- O Encontro Semana ALV será no dia 21 de outubro - segunda-feira no Auditório 2 da Fundação Gulbenkian em Lisboa e o tema principal do Encontro será Literacia da Saúde.

Podemos também desde já anunciar que o nosso convidado de Honra será Alan Tuckett.

 

A globalização, o progresso tecnológico e a mudança demográfica estão a ter um impacto profundo no mundo do trabalho. Essas megatendências estão a afetar o número e a qualidade dos empregos disponíveis, como são realizados e as competências que os trabalhadores, no futuro, irão necessitar para ter sucesso no mercado de trabalho.

Muitos adultos encontram-se presos numa ‘armadilha de baixa qualificação’, em posições de baixo nível, com oportunidades limitadas de desenvolvimento e aprendizagem no local de trabalho, e vivenciando períodos de desemprego frequentes e, às vezes, prolongados. Por conseguinte, é imperativo abordar as barreiras específicas de formação dos adultos com baixas qualificações para que estes progridam no mercado de trabalho e tenham acesso a melhores empregos.

A OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico) publicou um pequeno livro que destaca sete pontos de ação para criar mais e melhores oportunidades de aprendizagem para adultos com baixa qualificação. Aí estão disponíveis sugestões práticas para quem está diretamente envolvido na mobilização na aprendizagem de adultos pouco qualificados, incluindo formuladores de políticas, provedores de aprendizagem e parceiros sociais.  

Nós traduzimos para português o terceiro ponto de ação ‘Criar oportunidades de aprendizagem interessantes e relevantes’.

As bibliotecas são construídas para servir as suas comunidades. Assim, à medida que o mundo muda, as comunidades mudam e as bibliotecas também precisam mudar. Essas mudanças globais são de longo alcance e podem apresentar desafios e oportunidades quando se trata de desenvolver a oferta da biblioteca. Ao longo dos séculos, a missão das bibliotecas em todo o mundo tem sido a de fornecer acesso à informação. Atualmente ainda é assim e será também, provavelmente, no futuro – mas a forma como as informações são partilhadas e acedidas já se transformou imenso. A necessidade de informação variada e de espaços em que se utiliza essa informação também mudou, juntamente com as flutuações sociodemográficas, especialmente na Europa. Para que os bibliotecários atendam às necessidades de informação e de educação da comunidade local, eles devem estar cientes e reagir aos desafios e oportunidades criados pelas mudanças sociais a nível global.

Divulgamos aqui um texto extraído do relatório “Experiências de Aprendizagem nas Bibliotecas” do projeto DIDEL – Daily Innovators and Daily Educators in the Libraries.

A educação para a cidadania pode ajudar os adultos a avaliar criticamente as declarações feitas por políticos populistas, reconhecer notícias falsas (“fake news”), exercer os seus direitos democráticos e participar em processos de tomada de decisão.

Entre março e maio, a EPALE (Plataforma Eletrónica para a Educação de Adultos na Europa) irá focar-se na importância da educação para a cidadania como forma de construir uma sociedade responsável e de ensinar aos adultos como estarem mais conscientes sobre as tendências da sociedade.

Divulgamos aqui, no site da Aprender, um texto em português de Maurice De Greef, professor na Vrije Universiteit Brussel. Neste texto, que está disponível em inglês na EPALE, analisa o papel da educação de adultos para promover a cidadania ativa e apresenta uma compreensão holística das motivações da cidadania ativa que pode ser útil para os profissionais de educação de adultos continuarem a desempenhar um papel na ativação de pessoas vulneráveis.

Que significado pode ter a educação assistida por IA para a aprendizagem de adultos? E como é que um formador de adultos deve abordar ferramentas baseadas na IA?

Currículos personalizados para aprendentes adultos com histórias de aprendizagem variadas – esta é uma das promessas da educação apoiada pela inteligência artificial (IA). Topi Litmanen (PhD) da startup de educação Claned lança luz sobre o que o mundo das startup de IA têm reservado para a educação de adultos.

Para o observador casual, as startups de educação parecem ser os principais impulsionadores do uso, na educação, da inteligência artificial (IA) e da máquina de aprendizagem.

Este é mais um dos artigos que pode ler na plataforma EPALE relacionados coma literacia digital.

E lembramos que na próxima quarta-feira dia 6 de março 9:00 (CET) pode começar a participar na discussão online sobre inclusão digital de adultos. A discussão será finalizada dia 7 de março às 17:00 (CET).

A Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos da Torre, criada em 1993, situada na freguesia e concelho de Câmara de Lobos, é frequentada por alunos oriundos deste concelho na sua maioria provenientes do Bairro Social da Torre. Esta escola localiza-se numa área geográfica marcada por inúmeras desigualdades sociais e problemas a nível económico. Um considerável número dos seus habitantes tem poucas habilitações escolares, principalmente os agregados familiares dos alunos do ensino diurno.

Esta realidade, levou à implementação dos cursos EFA desde o ano letivo 2009/2010. Ao longo dos últimos anos os cursos EFA realizaram atividades bastante diversificadas e, além dos formandos, foram também envolvidos os seus familiares e várias instituições.

A Rede de Bibliotecas de Lisboa (BLX) iniciou em 2016 a ação Português para Estrangeiros (PTE) que visa dotar o público adulto estrangeiro, através da aprendizagem não formal, de conhecimentos básicos a nível vocabular e gramatical, que lhes permita a inserção social, económica e profissional apostando numa partilha descontraída de informação e na prática da conversação.

As BLX foram criadas em 1883. Com mais de 100 anos, as BLX têm 17 Bibliotecas distribuídas pela cidade de Lisboa e uma Biblioteca Itinerante. Ao longo dos anos tornaram-se mais ativas e críticas para responder aos desafios do novo século. A Rede de Bibliotecas de Lisboa tem por missão participar na construção de comunidades coesas, inclusivas e preparadas para os desafios do século XXI, fomentando uma atitude de aprendizagem ao longo da vida.

As inovações digitais acontecem todos os dias. Mas os smartphones, em particular, provocaram uma grande mudança no modo como os formadores trabalham. O smartphone provocou uma revolução. Pode ser utilizado de forma flexível nos cursos e é fácil de usar pelos participantes.

Aprender a lidar com a digitização significa andar na rua, porque é onde se encontra a automação, tal como as máquinas de bilhetes ou checkouts de atendimento self-service. Estes nem sempre são autoexplicativos – muitos participantes do curso precisam de começar por aprender sobre os símbolos e como usar esses dispositivos. Esta é outra responsabilidade dos formadores na educação básica.

Estas são algumas das afirmações que faz Petra Eyawo-Hauk, coordenadora de projetos na DANAIDA, uma organização austríaca sem fins lucrativos para mulheres migrantes.

Este é mais um dos artigos em inglês que está disponível na plataforma da EPALE – Plataforma Eletrónica para a Educação de Adultos na Europa cujo foco temático é o papel do digital na aprendizagem de adultos ao longo de janeiro e fevereiro.