Já podemos confirmar que em 2017 irá decorrer mais uma Semana Aprender ao Longo da Vida - Semana ALV 2017, por  iniciativa da Associação O Direito de Aprender e envolvendo outras entidades. Estão desde já confirmadas a ANQEP e o INATEL, esperando que muitas outras venham juntar-se a esta iniciativa. Fica desde já feito o convite. 

Este ano, a Semana ALV 2017 irá decorrer de 20 a 24 de novembro e, pela primeira vez, vai coincidir com a Semana Europeia de Lifelong Learning - LLLWeek2017 que, por sua vez, coincide com a Semana Europeia de Educação Profissional VET Week.

O Encontro que decorrerá no dia 20 de Novembro no Grande Auditório do ISCTE e assinalará o início da Semana ALV 2017, terá como tema principal a “Educação de Adultos num Mundo Digital”.

Acreditamos que a implementação com regularidade da organização desta Semana ALV será um passo importante para criar uma dinâmica que a transforme numa plataforma de dinamização da aprendizagem ao longo da vida.

As abordagens intergeracionais de literacia e aprendizagem, embora muitas vezes ignoradas pelos formuladores de políticas, têm enorme potencial em diversificadas agendas e particularmente para famílias desfavorecidas e vulneráveis.

Os resultados da investigação revelam os benefícios consideráveis da aprendizagem familiar tanto para as crianças como para os adultos. Promover uma cultura de aprendizagem dentro da família pode ajudar a prevenir o fracasso e abandono escolar entre as crianças, ajudando os pais a garantir que seus filhos estejam prontos para a escola e apoiando-os nos seus trabalhos de casa. O desejo dos pais de apoiarem melhor os seus filhos na escola é, muitas vezes, um motivador importante para se reencontrarem com a aprendizagem.

Para promover a aprendizagem familiar e para inspirar e apoiar os decisores políticos na realização de seu potencial para enfrentar a literacia e outros desafios educacionais sentidos pelas famílias e comunidades desfavorecidas, o Instituto da UNESCO para a Aprendizagem ao Longo da Vida (UIL) publicou um novo documento de orientação política (nº 9), Envolver as Famílias em Literacia e Aprendizagem.

No início da década de oitenta mais de cem mil habitantes do distrito não sabia ler nem escrever. Hoje ainda se regista cerca de 37 mil, número considerado elevado tendo em conta as mudanças entretanto operadas no país. A maior parte desta iliteracia está radicada nas faixas etárias mais idosas, mas há também muitos casos de jovens, com abandono escolar primário.

Este é o tema do artigo que foi publicado sábado passado (8/7) no Jornal Semmais que é distribuído com o Jornal Expresso no distrito de Setúbal.

As pessoas que abandonaram precocemente a escola sem completar o ensino secundário ou obter uma qualificação têm um risco mais elevado de desemprego, exclusão social e pobreza. Existem muitos motivos para que os jovens abandonem prematuramente a escola: problemas pessoais ou familiares, dificuldades de aprendizagem, problemas sociais e/ou financeiros. Outros fatores relevantes são o ambiente escolar e as relações professor-aluno.

Divulgamos aqui, em português, uma reflexão de Paul Downes da Dublin City University sobre a necessidade de uma estratégia de "afiliação assertiva" para envolver adultos que abandonaram precocemente a escola.

O abandono escolar precoce é o tema de julho em foco na EPALE (Plataforma eletrónica para a educação de adultos na Europa. Nesta plataforma pode encontrar, para além da reflexão que divulgamos aqui, outros artigos relacionados com este tema.

A Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República organizou, no passado dia 21 de Junho, a conferência “Educação de Adultos e Aprendizagem ao Longo da Vida: Melhores Oportunidades, Melhor Economia”.

Divulgamos aqui excertos de alguns documentos associados ao evento – contributos, apresentações, ligação ao registo vídeo da conferência e um artigo publicado no jornal Expresso.

O número 15 da revista Dirigir & Formar pretende promover a reflexão e o debate sobre as virtualidades e as questões que ainda se colocam ao Sistema de Aprendizagem, reafirmando a sua importância e dando a conhecer as suas potencialidades, por forma a torná-lo cada vez mais uma primeira escolha, tanto mais que possibilita, a quem o frequenta, ter várias perspetivas e várias opções de futuro que podem passar, igualmente, pela prossecução de estudos, tal como acontece no sistema de ensino regular.

Divulgamos aqui parte de alguns artigos de Paulo Feliciano, Ana Cláudia Valente, Sandra Pratas e Luís Vicente, publicados neste número.

Até ao dia 10 de setembro os portugueses podem votar nos 601 projetos de âmbito nacional e regional do primeiro Orçamento Participativo Portugal. As propostas mais votadas, até perfazer três milhões de euros, serão concretizadas.

Dos 601 projetos apresentados a votação, 96 são na área de Educação e Formação de Adultos.

Todos os cidadãos nacionais com idade igual ou superior a 18 anos e cidadãos estrangeiros a residir legalmente em Portugal podem votar nos projetos da sua preferência.

Listámos aqui todas as propostas na área de Educação e Formação de Adultos para facilitar a sua identificação.

É extremamente importante o papel da educação e formação de adultos para integrar as pessoas com deficiência e proporcionar-lhes oportunidades iguais para o seu desenvolvimento pessoal e profissional e emprego.

Em junho, o foco temático da EPALE incide sobre as pessoas com deficiência e pode aceder nesta plataforma a interessantes artigos de blogues, recursos úteis e notícias sobre o tema (os conteúdos variam de acordo com o idioma selecionado).

A EPALE está também a organizar um debate escrito online sobre como melhorar a educação e formação de adultos para pessoas com deficiência. O debate é aberto a todos e terá início em 8 de junho de 2017 às 14:00 horas CEST (13:00 horas Lisboa).

Aqui na Aprender divulgamos, em português, um projeto Irlandês orientado para as pessoas com deficiência intelectual procurando facilitar a sua participação no ensino superior e ampliar a sua oportunidade de contribuírem como indivíduos no ambiente educacional, cultural e social na universidade.

Constatamos que os idosos são quem menos ouve rádio. E são muitos destes que estão isolados, que vivem em aldeias do interior do país e enfrentam a solidão. O que poderá conduzir a este nível baixo de audiências? Será o facto de a maior parte das rádios optar por uma programação mais comercial, mais vocacionada para os mais jovens e não possuir muitos programas que possam interessar aos idosos? Terá chegado o momento em que é necessário repensar a programação das rádios e até mesmo a sua estrutura e debater a necessidade de criação de rádios comunitárias que possam retratar os problemas desta comunidade específica?

São estas questões e o desafio, que Lénia Rego faz no artigo publicado na revista Comunicando da responsabilidade do Grupo de Trabalho de Jovens Investigadores da SOPCOM (Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação).

As teorias sociais gerontológicas começaram com expectativas relativamente negativas sobre o lado social na velhice. Contudo, com o passar dos anos, essa visão tem sido suavizada com interpretações que levam em consideração aspetos mais complexos da vida dos idosos como o contexto social, cultural e económico, algo que também reflete a importância que o tema envelhecimento tem ganhado nas últimas décadas. A teoria é útil na medida em que fornece uma compreensão mais profunda de eventos sociais e das suas configurações e a suposição de que os indivíduos idosos têm a possibilidade de serem agentes ativos e com poder de alterar a natureza de seus ambientes sociais através do uso das tecnologias de informação e comunicação.

São estas as conclusões do artigo de Celiana Azevedo publicado na revista Comunicando da responsabilidade do Grupo de Trabalho de Jovens Investigadores da SOPCOM (Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação).