Opinião

Miguel Narciso | 25 Outubro 2009

Vou falar-vos de um espaço, o Laboratório de Aprendizagens (LA), e do trabalho que aí se desenvolve, que o caracteriza de forma particular no âmbito dos processos de formação de técnicos ligados à educação/formação. O L A foi criado pela Câmara Municipal de Cascais e existe desde Março de 2004. Foi pensado para dar apoio à prática educativa dos profissionais que se encontram ligados à educação/formação de crianças, jovens e adultos.

Maria Márcia Trigo | 13 Setembro 2009

O Presidente OBAMA, na abertura do ano escolar, falou aos alunos americanos, incentivando-os a nunca desistirem de ser bons alunos, a assumirem as próprias responsabilidades na criação do futuro de cada um e do país, a aprenderem a escrever o respectivo destino, a cuidarem de si próprios para aprenderem melhor, a não terem medo de fazer perguntas e de pedir ajuda: aos pais, avós, professores, amigos ou outra pessoa mais informada.

Liliana Lopes | 08 Junho 2009

O Rendimento Social de Inserção (RSI) – medida multidimensional de combate à exclusão social, política social feita acção via organizações do 3º sector, de mãos dadas (e, muitas vezes, atadas…) com entidades públicas – define, hoje, os contornos de uma parte significativa da intervenção social em Portugal, constatação válida para os diversos vectores a que possamos recorrer para a caracterizar. Porque sou Educadora Social, e porque estou envolvida na formação de futuros Educadores Sociais, não poderia passar ao lado da análise das múltiplas formas como o RSI introduz condicionantes no desenho e desenvolvimento de projectos de intervenção social de âmbito comunitário.

Andreia Monteiro | 26 Abril 2009

As energias para trabalhar, o desejo de crescer e de aprender não preconizavam os longos dias que se avizinhavam, longos não por serem desinteressantes ou fúteis, mas por serem dias onde “coube uma imensidão” de saberes, conhecimentos, cultura, beleza, alegria, convívio e sim, de alguns momentos estratégicos para nos “refrescarmos”. Fui a Edimburgo participar em mais uma Conferência Pan-Europeia de preparação para a CONFINTEA VI.

Rosanna Barros | 22 Março 2009

Concordamos com Alberto Melo quando sustenta que “a educação e formação de adultos em Portugal vive actualmente um período inédito” (26/12/2008 neste site). E não temos dúvidas acerca da pertinência que representa a nível educacional a criação recente da Rede de Centros de RVCC, agora Centros de Novas Oportunidades, sobretudo para “uma população adulta que apresenta baixos níveis de conhecimentos, competências e apetências relativamente às áreas do saber, da cultura ou da cidadania” (ibidem). Porém....

António Fragoso | 17 Fevereiro 2009

A exposição mediática actual que gozam os quase 500 centros Novas Oportunidades, bem como a filosofia de ver nesses centros a porta de entrada para todos os adultos que desejam beneficiar das ofertas públicas de educação de adultos, trouxe-nos outro tipo de consequências. Para o «público» a educação de adultos É a certificação das competências; para o «público» a educação de adultos É cursos EFA. E o resto é silêncio.

Miguel Marques Ribeiro | 23 Janeiro 2009

No átrio da sala de Conferências do Hotel Matyas, em Budapeste, desenha-se de novo perante os meus olhos a imagem de uma Educação de Adultos dirigida pela geração do baby-boom, nascida após a IIª Grande Guerra Mundial: à minha volta cabelos grisalhos deambulam procurando o brunch que, queixa-se um neo-zelandês mauri desconcertado, a organização optou por não servir. O inglês internacional espalha-se pela sala com vista para o Danúbio em dezenas de pronúncias distintas que, no lugar das línguas maternas, denunciam esta micro-babilónia de lugares e ideias que é a CONFINTEA, a Conferência Internacional da Educação de Adultos organizada pela UNESCO.

Alberto Melo | 26 Dezembro 2008

Sustento que a educação-formação de adultos em Portugal vive actualmente um período inédito. De facto, nunca até hoje tinham coexistido factores e instrumentos que, se não consubstanciam ainda uma política coerente e completa na matéria, pelo menos convergem para conferir à atenção e aos investimentos públicos actuais um carácter verdadeiramente excepcional. Se estabelecermos como referencial o programa de acção proposto no Documento de Estratégia de 1997/98, “Uma Proposta Educativa para a Participação de Todos”, e os 10 pontos nele contidos, verificamos que alguns dos mais significativos foram adoptados e estão a ser objecto de um tratamento prioritário.

Paula Guimarães | 06 Novembro 2008

O consenso político gerado em torno da importância da aprendizagem ao longo da vida e do aumento da qualificação da população portuguesa leva a que as profissões da educação e formação de adultos sejam apelativas para os jovens licenciados que procuram o primeiro emprego, em domínios que consideram novos e assentes em formas de trabalho inovadoras.

Rui Seguro | 28 Julho 2008

Um dado que surpreende muitas pessoas, algumas com responsabilidades na educação, é que ainda haja, nos dias de hoje, uma taxa tão elevada de analfabetismo em Portugal. Segundo o Censos 2001, nove em cada 100 portugueses, com 10 anos ou mais, não sabe ler nem escrever.